Digo que, nesta semana, aprendi. Vivenciei um momento de transformação, vivenciei uma experiência. Para Larrosa (2002,p.21) uma experiência é quando "acontecem coisas conosco e estas coisas nos transformam, fazem coisas conosco, deixam marcas, nos afetam, deixam vestígios, alguns efeitos."
Efeitos que nos fazem desaparecer, sumir, pois simplesmente nos transformamos em outra coisa, pensamos de outra forma, agimos de outra maneira. Um outro eu.
Agora, para sistematizar, sou a Suelen 1. Agora penso na Arte de uma forma que, anteriormente, não pensava.
O acontecimento foi o meu papel como tutora: comentar trabalhos de alunas na interdisciplina Artes Visuais. A experiência foi o comentário da professora de Artes, por email: esta atentou-me sobre um aspecto da releitura de uma aluna: " a forma como ela percebe a infância " (DANIELA, 5/10/07).
A partir deste apontamento percebi que podemos notar, no discurso e nas releituras das alunas, as diversas noções de mundo a partir do que elas descrevem e esboçam artisticamente. Desta forma possibilita uma rica discussão em torno de noções de verdade absoluta, valores universais e sobre os próprios efeitos globalizadores.
Possilita, enfim, desconstruir... e voltar a constituir.
domingo, 7 de outubro de 2007
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